Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11612/8858
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dc.contributor.advisorRocha, Damião-
dc.contributor.authorFernandes, Pedro Henrique Ribeiro-
dc.date.accessioned2026-08-18T13:18:24Z-
dc.date.available2026-08-18T13:18:24Z-
dc.date.issued2026-03-20-
dc.identifier.citationFERNANDES, Pedro Henrique Ribeiro. O racismo algorítmico digital e o racismo estrutural nas postagens online tocantinenses no período de 2020 a 2025 e a educação antirracista. 2026.71f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Educação, Palmas, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8858-
dc.description.abstractThis Master's dissertation in Education reflects on algorithmic racism and its reverberation in online posts, with the general objective of understanding digital algorithmic racism based on the discussion of structural racism in public physical life, through the discourses manifested in online posts on news websites, Instagram, and X (formerly Twitter) within the media context of Tocantins between 2020 and 2025. The investigation is guided by the following research question: how do algorithms used in digital platforms and decision-making systems reproduce practices of algorithmic racism? We adopted a qualitative research approach, inspired by ethnomethodology and critical ethnoresearch, combined with content analysis of a netnographic sample. The theoretical framework articulates concepts of artificial intelligence, cyberculture, structural racism, algorithmic racism, and digital colonialism, establishing dialogue with authors such as Pierre Lévy, Lúcia Santaella, Silvio Almeida, Frantz Fanon, Achille Mbembe, and Tarcízio Silva. The netnography was conducted based on online posts on social networks and news portals from Tocantins, such as Gazeta do Cerrado, T1 Notícias, G1 Tocantins, Coletivo SOMOS Tocantins, and the Public Defender’s Office of the State, focusing on netnotexts that fix experiences and meanings about racial violence, LGBTphobia, territorial conflicts, and institutional actions to confront these issues. We conclude by indicating that algorithmic racism constitutes a development—or even a cross-cutting oppression—of structural racism, manifesting through selective invisibilization, the negative hypervisibility of Black bodies in contexts of violence, and the opacity of algorithmic systems, which makes auditing and accountability of racist digital devices difficult. The research highlights the importance of critical algorithmic literacy in the training of teachers at the university and students in schools, reaffirming anti-racist education as a strategic field for confronting racism: structural and algorithmic, produced by biological, conscious, emotional, intuitive, and creative "natural human intelligence" and by the "artificial intelligence" of machines programmed by humans, based on algorithms with nanometric processors, high-performance chips, large volumes of data, operating through statistical patterns and mathematical optimization, with the metric Trillion Operations Per Second, AI hardware processing through algorithm patterns.pt_BR
dc.formatapplication/pdfen_US
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsOpen Accessen_US
dc.subjectRacismo algorítmicopt_BR
dc.subjectInteligência artificial generativapt_BR
dc.subjectRedes sociais tocantinensespt_BR
dc.subjectEducação antirracistapt_BR
dc.subjectAlgorithmic racismpt_BR
dc.subjectGenerative artificial intelligencept_BR
dc.subjectSocial networks in Tocantinspt_BR
dc.subjectAnti-racist educationpt_BR
dc.titleO racismo algorítmico digital e o racismo estrutural nas postagens online tocantinenses no período de 2020 a 2025 e a educação antirracistapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoResumo: Esta Dissertação de pesquisa de mestrado em educação reflete o racismo algorítmico e sua reverberação nas postagens online, tendo como objetivo geral compreender o racismo algorítmico digital a partir da discussão do racismo estrutural da vida física pública, a partir dos discursos manifestados em postagens online nos sites de notícias, instagram e X (antigo Twitter) no contexto midiático tocantinense entre 2020 a 2025. A investigação perpassa pela questão norteadora de investigação de o como os algoritmos utilizados em plataformas digitais e sistemas de tomada de decisão reproduzem práticas de racismo algorítmico? Adotamos como método a pesquisa qualitativa, com inspirações da etnometodologia, da etnopesquisa crítica e com a análise de conteúdo de uma amostra netnográfica. A fundamentação teórica articula conceitos de inteligência artificial, cibercultura, racismo estrutural, racismo algorítmico e colonialismo digital, estabelecendo diálogo com autores como Pierre Lévy, Lúcia Santaella, Silvio Almeida, Frantz Fanon, Achille Mbembe e Tarcízio Silva. A netnografia foi realizada a partir das postagens online nas redes sociais e portais de jornais tocantinenses como Gazeta do Cerrado, T1 Notícias, G1 Tocantins, Coletivo SOMOS Tocantins e Defensoria Pública do Estado, de netnotextos fixadores de experiências e sentidos sobre violências raciais, LGBTfobia, conflitos territoriais e ações institucionais de enfrentamento. Concluímos sinalizando que o racismo algorítmico constitui num desdobramento ou até de uma opressão cruzada do racismo estrutural, manifestando-se por meio de invisibilizações seletivas, hipervisibilidade negativa de corpos negros em contextos de violência e opacidade dos sistemas algorítmicos, dificultando auditoria e responsabilização de dispositivos digitais racistas. A pesquisa evidencia a importância de letramento algorítmico crítico na formação de professores na Universidade e estudantes nas escolas, reafirmando a educação antirracista como campo estratégico para o enfrentamento dos racismos: estrutural e algorítmico, produzidos pela “inteligência humana natural” biológica, consciente, emotiva, intuitiva, criativa e pela “inteligência artificial” de máquinas programada por humanos, baseada em algoritmos com processadores nanométricos, chips de alto desempenho, grandes volumes de dados, operando por padrões estatísticos e otimização matemática, com métrica Trillion Operations Per Second (trilhões de operações por segundo), hardwares de IA processando por padrões de algoritmo.pt_BR
dc.publisher.countryBRpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGEpt_BR
dc.publisher.campusPalmaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Educação

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