Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11612/8838
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dc.contributor.advisorBirck, Rosemeri-
dc.contributor.authorSousa, Ráylla Gomes-
dc.date.accessioned2026-08-14T18:52:17Z-
dc.date.available2026-08-14T18:52:17Z-
dc.date.issued2026-08-14-
dc.identifier.citationSOUSA, Ráylla Gomes. Anita Malfati e a arte como direito das mulheres: modernismo, gênero e formação crítica. 2025. 28f. Artigo de graduação (Graduação em Pedagogia) - Universidade Federal do Tocantins, Miracema do Tocantins, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8838-
dc.description.abstractThis article analyzes the trajectory and artistic production of Anita Malfatti (1889-1964) within the context of Brazilian Modernism. Understanding art as a social and cultural right, it reflects on the gender challenges faced by women in the 20th century. Therefore, this bibliographical and exploratory research seeks to answer how Malfatti's experience can contribute to the understanding of art as a right and inspire inclusive pedagogical practices. Initially, the study contextualizes the artist's life and four of her fundamental works: A Boba, A Onda, O Farol, and Samba, thus highlighting the physical, aesthetic, and social barriers she overcame in an environment marked by prejudice and gender precepts. Next, it discusses the insertion of Modernism in Brazil, highlighting the role of women in art and the limits imposed by a masculine and elitist cultural structure. However, the personal and academic justification reinforces the relevance of the study, highlighting the power of art as a space for resistance, identity affirmation, and social transformation. Art is more than aesthetics: it is voice, it is presence, it is a right.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsAcesso livrept_BR
dc.subjectAnita Malfatti; Arte; Gênero; Modernismo brasileiro.pt_BR
dc.titleAnita Malfati e a arte como direito das mulheres: modernismo, gênero e formação críticapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEste artigo analisa a trajetória e a produção artística de Anita Malfatti (1889-1964) no contexto do Modernismo brasileiro. Compreendendo a arte como um direito social e cultural, reflete-se sobre os desafios de gênero enfrentados pelas mulheres no século XX. Portanto, a pesquisa, de abordagem bibliográfica e com caráter exploratório, busca responder de que maneira a experiência de Malfatti pode contribuir para a compreensão da arte enquanto direito e inspirar práticas pedagógicas inclusivas. Inicialmente, o estudo contextualiza a vida da artista e quatro de suas obras fundamentais como: A Boba, A Onda, O Farol e Samba, sendo assim, evidenciando as barreiras físicas, estéticas e sociais superadas por ela em um ambiente que foi marcado por preconceitos e preceitos de gênero. Em seguida, discute a inserção do Modernismo no Brasil, destacando o papel da mulher na arte e os limites impostos por uma estrutura cultural masculina e elitizada. Contudo, a justificativa pessoal e acadêmica reforça a pertinência do estudo, destacando a potência da arte como espaço de resistência, afirmação identitária e transformação social. Que a Arte é mais do que estética: ela é voz, é presença, é direito.pt_BR
dc.publisher.campusMiracemapt_BR
dc.subject.cnpqCiências humanas; Educação; Graduação.pt_BR
dc.publisher.cursoPedagogiapt_BR
dc.publisher.localMiracemapt_BR
dc.publisher.levelGraduaçãopt_BR
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