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http://hdl.handle.net/11612/8783| Authors: | Nascimento, Vilma Oliveira do |
| metadata.dc.contributor.advisor: | Assis, Ingrid Pereira de |
| Title: | Preto no branco: o dia da consciência negra no Tocantins representado no telejornal do meio dia da TV Anhanguera na última década |
| Keywords: | Racismo;Telejornalismo;Análise de Conteúdo;Consciência Negra;TV Anhanguera;Racism;TV Journalism;Content Analysis;Black Awareness;Anhanguera’s TV |
| Issue Date: | 1-Jun-2026 |
| Citation: | NASCIMENTO, Vilma Oliveira do. Preto no branco: o dia da consciência negra no Tocantins representado no telejornal do meio dia da TV Anhanguera na última década.2026. 178f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Sociedade) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade, Palmas, 20126. |
| metadata.dc.description.resumo: | Esta pesquisa tem como principal objetivo investigar a representatividade negra no telejornal JA1, da TV Anhanguera, com foco nas edições do Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, exibidas ao longo de uma década (2014 a 2024). Para isso, o trabalho reconstrói o contexto histórico, aponta responsabilidades do jornalismo na sociedade, realiza um levantamento do jornalismo local, analisa os formatos e discursos acionados nos materiais do corpus, além de verificar fontes e jornalistas presentes na cobertura, com a hipótese de que a representatividade negra apresentou avanços tímidos e inconsistentes ao longo dos últimos 10 anos. O estudo, utilizando a Análise de Conteúdo de Bardin (2016), examina como o telejornalismo local aborda as questões raciais, a presença de jornalistas negros e a linguagem utilizada, buscando identificar possíveis evoluções e aprofundamentos no tratamento da temática. O trabalho também se ancora nos conceitos de racismo estrutural (Moura, 2014), identidade e visibilidade (Hall, 2003). Acionando pensadores como Gonzalez (1988), Sodré (1999), Araújo (2021) e Collins (2021), o estudo contextualiza o racismo estrutural no Brasil, a história da luta por igualdade e a responsabilidade do jornalismo nesse cenário, passando pela realidade do estado do Tocantins. Por meio da análise das edições de 2014 a 2024, uma por ano, a autora confirmou parcialmente a hipótese proposta no início da pesquisa, que apesar de existirem avanços, como o aumento da visibilidade das questões raciais e da participação de profissionais negros, essas mudanças ainda acontecem de maneira irregular. A presença de jornalistas autodeclarados negros e a valorização de suas perspectivas, que caracterizariam uma cobertura mais plural, ainda não se consolidaram enquanto uma prática dominante. |
| Abstract: | This research aims to investigate black representation in the JA1 television newscast, broadcast by TV Anhanguera, focusing on the editions aired on Black Awareness Day, celebrated on November 20, over a ten-year period (2014–2024). To achieve this, the study presents a historical context, highlights the responsibilities of journalism in society, provides an overview of local journalism, analyzes the formats and discourses employed in the materials that make up the corpus, and examines the sources and journalists featured in the coverage. The hypothesis is that black representation has shown only modest and inconsistent progress over the past ten years. Using Bardin’s (2016) Content Analysis methodology, the study examines how local television journalism addresses racial issues, the presence of Black journalists, and the language used, seeking to identify possible developments and deeper approaches to the subject matter. The research is also grounded in the concepts of structural racism (Moura, 2014), identity, and visibility (Hall, 2003). Drawing on thinkers such as Gonzalez (1988), Sodré (1999), Araújo (2021), and Collins (2021), the study contextualizes structural racism in Brazil, the history of the struggle for equality, and the responsibility of journalism within this context, including the reality of the state of Tocantins. Through the analysis of editions aired between 2014 and 2024, The author partially confirmed the initial hypothesis of the research: although there have been advances, such as increased visibility of racial issues and greater participation of black professionals, these changes still occur in an irregular manner. The presence of journalists who self-identify as black, as well as the appreciation of their perspectives, which would characterize more pluralistic coverage, has not yet become a consolidated dominant practice. |
| URI: | http://hdl.handle.net/11612/8783 |
| Appears in Collections: | Mestrado em Comunicação e Sociedade |
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