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dc.contributor.advisorMelo, Eduardo de Oliveira-
dc.contributor.authorMüller, Jéssica-
dc.date.accessioned2026-05-07T17:39:13Z-
dc.date.available2026-05-07T17:39:13Z-
dc.date.issued2025-03-28-
dc.identifier.citationMÜLLER, Jéssica. Protocolo para aumentar a segurança no diagnóstico da Anemia Infecciosa Equina.2025.89f. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, Gurupi, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8560-
dc.description.abstractEquine infectious anemia (EIA) is a contagious viral disease that affects equids worldwide and has been recorded in Brazil since the 1960s. It is caused by the Equine Infectious Anemia Virus (EIAV), a lentivirus that integrates into the host genome, making the infection permanent. Due to the high genetic variability of the virus, there is no effective treatment or vaccine, making diagnosis and control challenging. Transmission occurs primarily through contact with infected blood, either via mechanical vectors or contaminated materials, and although more common in humid regions, its spread is global. The infection may present in acute, chronic, or subclinical forms, with cycles of fever, anemia, and weight loss. Diagnosis is based on antibody detection, with agar gel immunodiffusion (AGID) as the gold standard and ELISA as a complementary test. PCR can detect proviral DNA but is limited by the genetic diversity of viral isolates. Control measures include serological surveillance and restrictions on the trade of seropositive animals. In Brazil, positive animals must be euthanized (sanitary slaughter), except in endemic areas such as the Pantanal. However, current diagnostic protocols are vulnerable to fraud, including sample substitution, especially during retesting. Genetic identification of tested animals through DNA extraction from serum or clot samples could minimize fraud and improve diagnostic reliability. Moreover, molecular detection of the virus could help identify acute- phase infections, contributing to better EIA control. This study aimed to enable genomic DNA (gDNA) extraction from serum and clot samples for equine genotyping and proviral DNA detection, in order to establish a reliable diagnostic protocol for EIA. Different conditions for gDNA extraction were evaluated for equine genotyping and EIAV detection. Whole blood samples collected with four anticoagulants (EDTA, heparin, citrate, and fluoride) were subjected to gDNA extraction and PCR at different storage times (3, 30, 60, and 90 days) and temperatures (4 °C and -20 °C), using an equine genotyping-specific primer. Serum and clot samples were also analyzed, assessing the influence of tube type (with or without gel separator) and serum preparation method (centrifugation or decantation) on gDNA and proviral DNA extraction and amplification. The results showed that anticoagulants, time, and temperature did not negatively affect PCR performance. Serum proved to be a viable matrix, although results were influenced by the extraction and preparation methods. The clot samples yielded the most consistent results, with successful amplification under all tested conditions, and also allowed for molecular detection of EIAV in samples from seropositive animals from different regions of Brazil.pt_BR
dc.formatapplication/pdfen_US
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsOpen Accessen_US
dc.subjectAIEpt_BR
dc.subjectDNA proviralpt_BR
dc.subjectGenotipagempt_BR
dc.subjectSoropt_BR
dc.subjectEIApt_BR
dc.subjectGenotypingpt_BR
dc.subjectProviral DNApt_BR
dc.subjectSerumpt_BR
dc.titleProtocolo para aumentar a segurança no diagnóstico da Anemia Infecciosa Equinapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coMattos, Paulo Sérgio Ribeiro de-
dc.description.resumoA anemia infecciosa equina (AIE) é uma doença viral contagiosa que afeta equídeos globalmente, sendo registrada no Brasil desde a década de 1960. Causada por um lentivírus, o Vírus da Anemia Infecciosa Equina (VAIE) integra-se ao genoma do hospedeiro tornando a infecção permanente. Sem tratamento ou vacina eficaz devido à alta variabilidade genética do vírus, o diagnóstico e controle são desafiadores. A transmissão ocorre principalmente por contato com sangue infectado, via vetores mecânicos ou materiais contaminados, e apesar de ser mais comum em regiões úmidas, sua disseminação é global. A infecção pode ser aguda, crônica ou subclínica, com ciclos de febre, anemia e perda de peso. O diagnóstivo baseia-se na detecção de anticorpos, com IDGA como padrão-ouro e ELISA como teste complementar. A PCR detecta o DNA proviral, mas é uma técnica limitada pela diversidade genética dos isolados virais. O controle envolve vigilância sorológica e restrições ao comércio de animais soropositivos. No Brasil, animais positivos devem ser submetidos à eutanásia (abate sanitário), salvo em áreas endêmicas como o Pantanal. Entretanto, o diagnóstico atual apresenta vulnerabilidades a fraudes, como a substituição de amostras, principalmente nos retestes. A identificação genética dos animais testados em amostras submetidas aos exames oficias de AIE, por meio da extração de DNA do soro ou coágulo, poderia minimizar fraudes e melhorar a segurança diagnóstica. Além disso, a detecção molecular do vírus ajudaria a identificar infecções na fase aguda, melhorando o controle da AIE. Esse trabalho teve o objetivo de viabilizar a extração de DNA genômico (gDNA) em amostras de soro e coágulo para genotipagem e detecção do DNA proviral a fim de estabelecer um protocolo seguro para o diagnóstico da AIE. Foram avaliadas diferentes condições para extração de gDNA visando à genotipagem equina e à detecção do provírus da AIE. Amostras de sangue total, coletadas com quatro anticoagulantes (EDTA, heparina, citrato e fluoreto), foram submetidas à extração de gDNA e à PCR em diferentes tempos (3, 30, 60 e 90 dias) e temperaturas de armazenamento (4 °C e -20 °C), utilizando primer específico para genotipagem equina. Também foram analisadas amostras de soro e coágulo, avaliando a influência do tipo de tubo (com ou sem gel separador) e do preparo do soro (centrifugado ou decantado) na extração e amplificação do gDNA e do provírus. Os resultados demonstraram que os anticoagulantes, o tempo e a temperatura não interferiram negativamente na PCR. O soro se mostrou uma matriz viável, embora influenciada pelo método de preparo e de extração. O coágulo apresentou os melhores resultados, com amplificação consistente em todas as condições testadas, permitindo também a detecção molecular do VAIE em amostras de animais soropositivos provenientes de diferentes estados do Brasil.pt_BR
dc.publisher.countryBRpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia - PPGBpt_BR
dc.publisher.campusGurupipt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Biotecnologia

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