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http://hdl.handle.net/11612/8426| Authors: | Gonçalves, Maria Lúcia Antônio |
| metadata.dc.contributor.advisor: | Santos, Daniele Vasco |
| Title: | Branquitude, epistemicídio e silenciamento na psicologia brasileira: desafios para uma perspectiva antirracista |
| Keywords: | Branquitude; Epistemicídio; Hierarquias raciais; Racismo estrutural. |
| Issue Date: | 7-Apr-2026 |
| Publisher: | Universidade Federal do Tocantins |
| Citation: | GONÇALVES, Maria Lúcia Antônio. Branquitude, epistemicídio e silenciamento na psicologia brasileira: desafios para uma perspectiva antirracista. 2025. 28f. Artigo de graduação (Graduação em Psicologia) - Universidade Federal do Tocantins, Miracema do Tocantins, 2026. |
| metadata.dc.description.resumo: | Este trabalho teve como propósito analisar criticamente a branquitude na produção científica da Psicologia brasileira. Buscou examinar suas implicações na constituição do campo e sua articulação com o fenômeno do epistemicídio. Parte-se do pressuposto de que, historicamente ancorada em bases eurocêntricas, a Psicologia naturalizou a branquitude como referência universal de humanidade e racionalidade. Com isso, contribuiu para a manutenção de hierarquias raciais e silenciamento de saberes negros. De abordagem qualitativa e caráter exploratório-bibliográfico, a pesquisa dialoga com autoras e autores como Maria Aparecida Bento, Grada Kilomba, Frantz Fanom, Neuza Santos Souza, além de documentos do Conselho Federal de Psicologia e a Resolução no 18/2002. Os resultados apontaram que a branquitude opera como matriz epistêmica e política na produção de conhecimento psicológico, sustentando mecanismos de silêncio e suposta neutralidade científica que favorecem o pagamento de intelectuais negras/os e a reprodução do racismo epistêmico. Concluiu-se que a construção de uma perspectiva antirracista na Psicologia exige o enfrentamento crítico da branquitude, a descolonização de seus fundamentos e um reposicionamento comprometido com a valorização dos saberes negros e com a justiça social. |
| Abstract: | This work aimed to critically analyze whiteness in the scientific production of Brazilian Psychology. It sought to examine its implications in the constitution of the field and its articulation with the phenomenon of epistemicide. It starts from the premise that, historically anchored in Eurocentric bases, Psychology has naturalized whiteness as a universal reference of humanity and rationality. In doing so, it has contributed to the maintenance of racial hierarchies and the silencing of Black knowledge. Using a qualitative and exploratory-bibliographical approach, the research engages with authors such as Maria Aparecida Bento, Grada Kilomba, Frantz Fanom, Neuza Santos Souza, as well as documents from the Federal Council of Psychology and Resolution No. 18/2002. The results indicated that whiteness operates as an epistemic and political matrix in the production of psychological knowledge, sustaining mechanisms of silence and supposed scientific neutrality that favor the payment of Black intellectuals and the reproduction of epistemic racism. It was concluded that building an anti-racist perspective in Psychology requires a critical confrontation with whiteness, the decolonization of its foundations, and a repositioning committed to valuing Black knowledge and social justice. |
| URI: | http://hdl.handle.net/11612/8426 |
| Appears in Collections: | Psicologia |
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| Maria Lúcia Antônio Gonçalves - Artigo de graduação.pdf | 377.86 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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